Piloto de Planador – Segel

Voo no Super Ximango (AMT200)
Voo no Nhapecan (IPE02b)

Aqui no Aeroclube de Blumenau temos o clube de volovelismo, onde alunos tornam-se pilotos de planadores: Um voo mais crítico pois, por definição, planadores não possuem motor.

Muitos escolhem começar suas carreiras no volovelismo, outros o escolhem mais tarde. Não importa qual seja seu caso, o voo a vela é sempre recomendado a aqueles que queiram ter a experiência primária de voo, contando com térmicas que fazem ascender os nossos planadores.

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Além disso, ter a licença de piloto de planador representa significativo diferencial no currículo de um piloto. Pois é conhecido que volovelistas possuem grande destreza no chamado “pé e mão”.

Térmicas são “bolsões” de ar que se desprendem do solo por conta da radiação solar, e sobem à atmosfera. Volovelistas contam com esse fenômeno para manter-se voando, tendo a decolagem sido realizada por aeronave rebocadora que libera o planador a uma altitude segura para que o mesmo dê início ao seu voo.

O voo a vela nasceu na Alemanha, chegado o término da Primeira Guerra Mundial quando recursos para a construção de aviões eram escassos. Criou-se então um movimento de fomentação ao voo sem motor: Seu precursor chamava-se Otto Lilienthal, conhecido como “O pai do voo a vela”, que já havia ousado voar antes da invenção do avião. Já o precursor do volovelismo em Blumenau foi o alemão Erich Laskowski, que veio à nossa cidade trazer essa modalidade no ano de 1924.

As operações de planador no -hoje chamado de- Aeroporto Quero-quero se iniciaram em 1927 com o voo a vela graças à Fliegerbund Blumenau que veio a construir o primeiro planador brasileiro, o Phoenix.

Ainda hoje no Aeroclube de Blumenau seguimos com operações de planadores e levamos esse belo legado à frente, e você pode fazer parte dessa história. Venha voar conosco!

Otto Lilienthal, fonte: Airway
Construção do Phoenix